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sexta-feira, 4 de março de 2016
















O ELO DA VIDA

Amarelo cura,
Amar o elo perdido
A razão primordial
A ruptura do sagrado
com o profano
Amar o elo que cura
as chagas abertas
dos nossos ancestrais
As feridas da insanidade
não cicatrizadas
pela falta do perdão
A perda da inocência
e da pureza
O vazio que ficou
no lugar do gozo.

Carlos Maia
03/03/16

* O título deste poema quem me deu foi meu amigo Breide, do Mercado da Boa Vista.

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