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sábado, 26 de dezembro de 2015





















Hegel

Minto para tecer palavras,
Inventar dialetos.
Minto como um livro édito
E sua tradução de cogumelos.
Minto como a noite insuspeita
No alvorecer dos instintos.
André Rosa

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015





















Flor e espinho

E vem o amor com seus rompantes
Suas ausências, seus sofrimentos
Trazendo seus zelos, suas impaciências.
E vem o amor, martelo agalopado,
Estragos irreparáveis
Com seus olhos de redenção.
E vem o amor, como se pétala,
Flor e espinho.
E vem o amor, como se desejado hóspede
De farta mesa.
E vem o amor, então.
André Rosa